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VERSÃO 2

Page history last edited by Marines de Medeiros 13 years, 9 months ago

 

 

 

 Aluna: Marinês de Medeiros- promarines@gmail.com

 

 

Professora Orientadora: Luciane Corte Real - lucreal@gmail.com

 

Tutora: -Cristiane Bergmann de Souza Todeschini 

cristiane.pead@gmail.com

 

Oi Marines!

Que bom que estás trabalhando no referencial teórico.

Gostaria que tu incluisses no teu wiki a professora Silvana,

silvanacorbellini@gmail.com que ajudará na orientação. Eu escreverei em laranja e ela em verde.

Bjs LUciane.

 

) Introdução:

Este trabalho tem como tema central a seguinte indagação: "Quais e como foram as transformações a partir da experiência de teatro com alunos de 4o ano?".

Irá investigar as relações interpessoais entre os membros dessa turma. Para elucidar buscou-se o referencial teorico de Humberto Maturana e podes utilizar alguma bibliografia sobre teatro ou o jogo simbólico de Piaget onde refere a brincadeira - o teatro poderia ser um tipo de jogo simbólico - como algo para elaborar conflitos interiores.

A pesquisa apoiou-se na descrição de um diário de campo, produções de texto e o próprio sujeito da ação. Meu principal foco é investigar as transformações que acontecem na relação que o teatro possibitou para esses alunos.

Nessa primeira versão pretendo a cada dia colocar minhas ideias a cada momento que elas irão aparecendo. Colocar as citações dos autores estudados, principalmente das leituras realizadas das referências de Maturana como "Emoções e linguagem na educação e na política", "Amar e brincar" e outras. (ótimo)

2) Justificativa:OK

Este trabalho foi baseado nas observações das mudanças de uma turma onde a indisciplina e o desajuste entre os alunos eram gritantes, chegando a prática do bullyng e a relação deles modificou bastante a partir do teatro.

Essa turma possue vinte e nove alunos onde a maioria são meninos, e foi um dos meninos que trouxe a sua primeira experiência de assistir um comediante no palco imitando os mais variados artistas em seu show.

Ao relatar algumas partes das cenas, os colegas se interessaram, combinaram e apresentaram para a turma.

Após essa primeira experiência, qualquer assunto, pesquisas e projetos viravam peças de teatro e com isso começou uma transformação de convivência muito intensa que mudou o relacionamento entre eles.

O grupo mais indisciplinado magoava muito os colegas e quando eu julgava suas atitudes eles não assumiam seus erros, argumentavam seus modos de proceder através de queixas em cima do colega ferido por eles, tentando colocar a culpa no outro e a aula precisava sempre ter um momento para se tentar resolver o problema gerado por esse grupo, que inconscientemente praticavam o Bullyng.

Após as aulas de teatro, onde tivemos uma caminhada lenta mas constante, pois a maioria dos alunos absorviam bem a sua história, o seu personagem, o relacionamento entre as crianças foi mudando, aqueles que tinham uma ideia errada de "brincadeirinha", começaram a valorizar o outro e se relacionar naturalmente com os colegas.

 Agora eles conseguem uma melhor interação entre os que precisavam ser mais disciplinados e amáveis com os colegas. E essa mudança se deu, ao meu ver, devido a aceitação das diferenças, comparando com a personalidade de cada personagem vivido pelos grupos de teatro.

 

3) Objetivos: OK

3.1- Objetivo Geral:

- Identificar quais foram as mudanças ocorridas na turma 41 de 4o ano, no 1º semestre de 2010, através da pratica do teatro;

3.2- Objetivo Específico:

- Investigar se houve modificação no relacionamento entre os colegas; 

4) Metodologia:

 A metodologia é qualitativa na forma de estudo de caso da turma 41, 4º ano do ensino fundamental de uma escola municipal do município de Gravataí. Para a análise dos dados foram  utilizados os diários de campo ( wiki do estágio ), as produções de textos usados no teatro,questionario, as apresentações registradas através de fotos e filmagens e a confecção de materiais para uso na representação da história, foi construido um wiki para a turma com algumas fotos e identificação dos projetos para que os pais me mandassem seus emails e assim seriam adicionados para fazerem seus comentários, mas não houve a participação dos pais.

Meus alunos possuem entre 09 a 11 anos, sendo crianças de classe média baixa, bastante agitados, barulhentos e indisciplinados. Essa turma é composta de 29 alunos, sendo 11 meninas e 18 meninos. São alunos bastante receptivos as novas descobertas, gostam de desafios e são extremamentes exigentes dos seus direitos e pouco cumpridores de seus deveres.

 

 

5) Referencial teórico: (está ficando muito bom)

  

5.1 Transformações na convivência segundo Maturana (profa. LU em 03/10)

Os fundamentos teóricos terão como base principal as linhas de pensamento de Humberto Maturana, um biólogo que coloca as emoções como parte de nossas razões.

Para esse pesquisador o mais importante da nossa racionalidade é que através dela podemos nos tornar conscientes de nossas emoções. Para ele o que quase sempre nos acontece é que "Somos animais que utilizamos a razão, a linguagem para justificar nossas emoções, caprichos, desejos e, nesse processo nos desvalorizamos porque não percebemos que nossas emoções especificam o dominio da racionalidade que usamos em nossas justificações" (Maturana 1997a, p.186).

Conforme apresentam Humberto Maturana, Verden-Zoller (2004), o amar e o brincar não aparecem com conceitos, e sim como comportamentos fundamentais da nossa espécie, entretanto, culturalmente temos perdido e negado esses comportamentos.

Verden-Zoller (1978 e 1982) lembra que as dinâmicas corporal e fisiológica da criança são diferentes, dependendo de como ela vive, se é na confiança trazida pela aceitação ou sob a dúvida, na desconfiança que configuram a sua rejeição.

A criança só adquire sua consciência social e autoconsciência quando cresce na consciência operacional de sua corporeidade, ela só pode crescer dessa maneira quando o faz numa dinâmica de brincadeiras ( Maturana e Verden ) “Na vida humana, a maior parte do sofrimento vem da negação do amor: os seres humanos somos filhos do amor. Na verdade, eu diria que 99% das enfermidades humanas têm a ver com a negação do amor” (...) Relações humanas que não estão fundadas no amor – eu digo – não são relações sociais. Portanto, nem todas as relações humanas são sociais, tampouco o são todas as comunidades humanas, porque nem todas se fundam na operacionalidade da aceitação mútua. Diferentes emoções especificam diferentes domínios de ações. Portanto, as comunidades humanas, fundadas em outras emoções diferentes do amor, estarão constituídas em outros domínios de ações que não são o da colaboração e do compartilhamento, em coordenações de ações que não implicam a aceitação do outro como um legítimo outro na convivência e não serão comunidades sociais.” (Maturana , 2001, p. 25)

Matura e verden ( 2004, p.261 ) afirmam que "...quando diferenciamos emoções diversas o que distinguimos biologicamente são dinâmicas corporais distintas ( incluindo o sistema nervoso ). Estas especificam, a cada instante, as ações como tipos de condutas ( medo, agressão, ternura, indiferença ) que um animal pode adotar nesse instante. Posto de outra forma é a emoção ( dominio de ações ), com base na qual realiza ou se recebe um fazer, o que caracteriza este fazer como uma ou outra ação ( agressão, caricia, fuga ). Por isso, dizemos: se quiserem conhecer a ação; olha para a emoção.

... Compreendem-se as trocas interpessoais, o próprio meio físico ambiental e a formação biológica de cada indivíduo. O indivíduo em suas relações interpessoais desenvolve um intercâmbio através da linguagem e emoções que podem facilitar ou dificultar as formas de relações hierárquicas. Fato que conduz as relações entre professores e alunos ao sucesso ou ao fracasso. Livro Da Biologia a Psicologia, Maturana (1998, p. 32)

  

5.2 O Jogo simbólico segundo Piaget 

De acordo com Piaget (1978), o jogo simbólico tem início com o aparecimento da função simbólica, no final do segundo ano de vida, quando a criança entra na etapa pré-operatória do desenvolvimento cognitivo. Um dos marcos da função simbólica é a habilidade de estabelecer a diferença entre alguma coisa usada como símbolo e o que ela representa, seu significado.

 Sendo assim, concebendo a estrutura do símbolo como instrumento de assimilação lúdica, Piaget observa que durante o desenvolvimento da criança, surgem novos e diversos símbolos lúdicos que determinam à evolução do jogo simbólico.

 

... não se pode deixar de apontar a contribuição da obra de Piaget para o estudo original da socialização, do simbolismo e da afetividade humana. Na concepção desse autor, a socialização significa a possibilidade do indivíduo trocar e compartilhar, efetivamente, significados e de submeter-se racionalmente às regras morais. Em alguns trabalhos como a Formação do Símbolo na Criança (1945), e o artigo As Relações entre a Afetividade e a Inteligência no Desenvolvimento Mental na Criança( 1962), Piaget propõe um novo entendimento do simbolismo lúdico e da vida afetiva.

 

Enquanto nos jogos simbólicos a criança viaja no faz-de-conta, assumindo o papel de herói, professor, astronauta e todos os outros que a imaginação mandar, nos jogos de regras ela toma contato com o cumprimento de normas, o que exige concentração, raciocínio e uma dose de sorte. As duas modalidades, entretanto, convivem com um estágio anterior: o dos jogos de exercício. 

  

  

 Um outro aspecto importante neste estágio refere-se ao aparecimento da capacidade da criança de interiorizar as ações, ou seja, ela começa a realizar operações mentalmente e não mais apenas através de ações físicas típicas da inteligência sensório-motor (se lhe perguntarem, por exemplo, qual é a vareta maior, entre várias, ela será capaz de responder acertadamente comparando-as mediante a ação mental, ou seja, sem precisar medi-las usando a ação física).

 

A representação e a linguagem permitem que os sentimentos adquiram uma estabilidade e duração que não tinham antes. Os afetos ao serem representados duram além da presença dos objetos que os provocou. Esta capacidade para conserva os sentimentos torna possível os sentimentos interpessoais e morais. (pág.44)

 

Autonomia para Piaget, está ligada ao uso da razão, podendo o sujeito estabelecer suas certezas, liberando-se do que a tradição procura, pura e simplesmente impor  às diferentes conscientes. A autonomia intelectual é fruto dos poderes da razão que, a crenças substitui a demonstração. A autonomia intelectual é fruto dos poderes da razão que, a crenças, substitui a demonstração. A autonomia moral é também fruto da razão que, ao dogma, opõe a justificação racional. O "herói" piagetiano é, portanto, aquele que pode dizer "não" quando o resto da sociedade, possível refém das tradições, diz "sim", contanto que este "não" seja fruto desta  démarche intelectual ativa e não apenas decorrência de um ingênuo espírito de contradição.

( Piaget, Yves de La Taille, pág.113 )

 

isto abaixo é do Maturana CERTO

...é a emoção sob a qual agimos num instante, num dominio operacional, que define o que fazemos naquele momento como uma ação de um tipo particular naquele dominio operacional. Por esse motivo, se queremos compreender qualquer atividade humana, devemos atentar para a emoção que defini o dominio de ações na qual aquela atividade acontece e, no processo, aprender a ver quais ações são desejadas naquela emoção.( p.29 )

 

 

5.3 Teatro 

Uma criança só poderá trazer uma contribuição honesta e excitante para a sala de aula, por meio da oficina de teatro, quando lhe damos liberdade pessoal. O jogador precisa estar livre para interagir e experimentar seu ambiente social e físico. Jovens atuantes podem aceitar responsabilidades para comunicar-se, ficar envolvidos, desenvolver relacionamentos e cenas teatralmente válidas apenas quando lhes é dada a liberdade para fazê-los.( Jogos teatrais, Viola Spolin, p.31 )

 

Responsabilidade, interação,observação, atenção, expressão física e vocal, habilidades de narrativa, agilidade sensorial, consciência emocional e muito mais, irão se desenvolver com mais rapidez quando os alunos se tornarem parte do todo. (Spolin pág.112)

 

No acordo de grupo, os jogadores devem ter liberdade de escolha que possibilita alternativas. Ninguém deve ser ridicularizado por fazer sugestões.

Ninguém assume a tomada de decisões. O respeito mútuo nasce entre os jogadores. Todos tem o direito de participar até o limite de sua capacidade. Todos devem ter a responsabilidade pela sua parte no todo. Todos trabalham juntos para o evento como um todo...(Spolin, pág.45)

 

 

Separando o jogo dramático da experiência teatral que poderá ser incorporada, as crianças aprendem a diferenciar entre fazer de conta (ilusão) e seus próprios mundos do cotidiano. Essa separação não está implicita no jogo dramático...( Spolin, p. 243 )

  

Arte é a cognição, é profissão, é uma forma diferente da palavra para interpretar o mundo, a realidade, o imaginário, e é conteúdo...( A imagem no Ensino da Arte, Ana Mae Barbosa, p.04)

 

Precisamos estimular a materialidade da produção em grupo, a imaginação criativa e o entendimento dos princípios articuladores da obra de arte, respeitando a especificidade de cada linguagem e de cada criador... ( Ana Mae Barbosa pág. 5)

...se pensarmos que uma ( a alfabetização), tem como objetivo apenas o domínio cognitivo ou intelectual e a outra (a adolescência) é uma crise de domínio afetivo, estaremos cometendo o velho erro de dicotomizar razão e emoção. ( Ana Mae Barbosa, pág. 27)

 

  Achei oportuna a proposta de falar sobre a sensibilidade de cada um, ainda mais sabendo muito que é a partir da mobilização interior que se realiza a experiência artistica. E talvez não só a experiência artistica. A meu ver, nada pode ser feito sem paixão. ( Universos da Arte, Fayga Ostrower, pág. 56)

  

... a arte surge como uma linguagem natural dos homens. Todos nós dispomos da potencialidade dessa linguagem e, sem nos darmos conta disso, usamos seus elementos com a maior espontaneidade ao nos comunicarmos uns com os outros.( Fayga Ostrower)

  

6) DESENVOLVIMENTO - O PRINCÍPIO DE TUDO...

Na primeira semana de aula eu já havia notado que não seria nada fácil contornar a disciplina da turma.

Um grupo de meninos, principalmente, eram os que mais debochavam, mexiam, colocavam medo e enfim praticavam o Bullyng. 

Na turma há uma menina ( C ) que possue alguns medos e é muito nervosa e um menino ( L ) que tem uma imaginação fértil, que até mesmo por querer chamar a atenção criava histórias e esse grupo de meninos sempre diziam piadinhas para que os demais colegas achassem engraçado e percebessem o que realmente ocorria quando o L falava.

Tudo começou quando um dos colegas ( A ) foi ao teatro e relatando o que viu, chamou a atenção dos demais alunos e logo improvisaram uma apresentação e todos aplaudiram com muita satisfação e alegria.

Quando iniciamos o projeto sobre os animais, eles faziam as pesquisas e apresentavam cada grupo a sua maneira, o resultado da sua pesquisa. Como eles gostaram do teatro relatado pelo colega A, as apresentações eram realizadas, geralmente, através do teatro.

No decorrer das apresentações eles foram se percebendo e vendo também que os colegas conseguiam mostrar seus talentos. A menina C é muito inteligente e conseguia improvisar cenas do teatro e o menino L. além de ter o talento da improvisação ele dramatiza muito bem seus personagens, ele entra na fantasia parecendo ser o próprio personagem.

O desrespeito que o grupinho praticante do Bulling tinha pelos seus colegas, começou a se transformar aos poucos em respeito pelo talento dos colegas.

A convivência começou a ser transformada, a emoção estava favorecendo a um bom relacionamento e a turma estava se sentindo mais unida.

Quando chegaram no estágio de um melhor relacionamento, as regras de uma boa convivência fez com que se desenvolvessem atitudes e os levassem a reflexão de suas maneiras de agir.

O aluno L foi admirado pelos demais colegas quando na aula em que era ajudante do dia ele me ajudou a apresentar uma história para a produção de texto, através do avental com os personagens. Eu lia e ele grudava cada personagem na medida que ia surgindo, no avental, dramatizando os gestos de cada um.

 

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil publicado 26/11/2008 por Sílvia Botelho em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/11853/1/Jogos-e-Brincadeiras-na-Educacao-Infantil/pagina1.html#ixzz10JS6xAV4Fonte

 

PIAGET, JEAN-        A Formação do Símbolo na Criança: imitação, jogo e  sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro. Zahar, 1971

 

TAILLE YVES DE LA (Piaget )- Teorias Psicogenéticas em Discussão ( Marta Kohl de Oliveira- Vygotsky- Heloysa Dantas- Wallon ) Summus editorial- 14ª edição- São Paulo- S.P. 1992

 

 

 MATURANA, HUMBERTO-VERDEN ZOLLER GERDA- Amar e Brincar Fundamentos esquecidos do humano- Editora Palas Athena- 2ª edição- novembro de 2009- São Paulo-SP- Brasil.

 

MATURANA, HUMBERTO- Emoções e Linguagem na Educação e na Política- 3ª reimpressão-Editora UFMG- 2002- Belo Horizonte/ Minas Gerais. 

 

MATURANA, HUMBERTO- Cognição, ciência e vida cotidiana (Organização Cristina Magro, Victor Paredes)- Belo Horizonte- Editora UFMG- 2001 

 

MATURANA, HUMBERTO. Da biologia a psicologia. 3.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

  

 SPOLIN VIOLA-1906-1994-Jogos Teatrais para a Sala de Aula: Um manual para o professor ( tradução Ingrid Dormien Koudela )- São Paulo: Perspectiva, 2007

 

BARBOSA, ANA MAE - A Imagem no Ensino da Arte- Editora Perspectiva S.A.- São Paulo- SP- Brasil-1994

  

OSTROWER, FAYGA- Universo da Arte-Editora Campus Ltda- Rio de Janeiro- R.J- Brasil, 1983

 

 

Comments (6)

lucreal@... said

at 8:42 pm on Oct 3, 2010

Oi Marines!
Dei uma arrumada na tua versão 2. Separei o referencial teórico em 3 capítulos. 1. transformações na convivência segundo Maturana.
2. O jogo simbólico segundo Piaget e 3. Teatro. Com estes referências vais analisar a experiência (que já estás descrevendo no capítulo 6). Está ficando muito bom... está tomando corpo o trabalho.
Não te esquece de incluir a profa. Silvana.
Bjão Profa. Luciane.

Marines de Medeiros said

at 9:33 pm on Oct 4, 2010

Olá prof. Luciane!
Eu já inclui a profª Silvana.
Gostaria de saber se posso incluir uma entrevista com um professor formado em artes cênicas, com os pais dos alunos e com as próprias crianças da turma?
Outra dúvida, pelo q estou entendendo, depois dessas anotações no pbwork, vamos montar nosso TCC no Word e assim concluir o trabalho, será isso?
Aproveito para agradecer as suas orientações e da Cristiane.
Beijos!

cristiane.pead said

at 5:54 pm on Oct 5, 2010

Oi, Marinês!
Como vai?
Ao ler esta versão de seu tcc, eu pensei que ali na parte da fundamentação, quando vc aborda o jogo simbólico segundo Piaget, eu pensei que seria interessante ela colocar algo da próxima fase infantil - Período Operatório Concreto - 8 a 11 anos, e não só o Período pré-operatório - 2 a 7/8 anos, com o conceito de jogo simbólico.
Já que a maioria (ou todos) de seus alunos na época tinham mais de 8 anos. Até para vc poder ter mais dados para a hora da análise, na ideia de relacionar que as crianças representavam diferentes simbologias através do teatro mas já com a capacidade de organizar-se no tempo, espaço, socialmente, etc..
O que acha?
Beijos e até logo!
Cristiane Todeschini, Tutora

Silvana said

at 3:19 pm on Oct 13, 2010

Oi Marinês.
Corroborando o que a Cris colocou, penso que também poderias acrescentar a questão da autonomia que eles desenvolveram em relação ao projeto, que me pareceu algo bastante contundente nesse processo.
Bjs.
Profa. Silvana

cristiane.pead said

at 7:21 pm on Oct 14, 2010

Oi, Marinês!
Como vai seu trabalho?
Está precisando de alguma ajuda, de algum material?
Abraços, Cristiane Todeschini, tutora

lucreal@... said

at 10:03 pm on Oct 15, 2010

OI Marines!
Sugiro que aproveites as minhas orientações, da Cris e da profa. Silvana na versão 3. Deixa esta versão assim, não trabalha mais nela e continua na versão 3 incorporando as orientações e continuando o trabalho. Vamos tentar na aula presencial do dia19/10 trabalhar a ANÁLISE DOS DADOS.
Bjs profa. Luciane.

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